terça-feira, 16 de novembro de 2010

Pesquisei...

em uma pesquisa rápida no google, já encontrei várias informações sobre os papagaios, que eu nem se quer imaginava, por exemplo q eles têm apenas TRÊS FILHOTES em toda vida...

O papagaio (também conhecido como louro) é uma das muitas aves pertencentes à ordem dos Psitaciformes, família Psittacidae; vivem cerca de 100 anos e têm apenas 3 filhotes durante a vida inteira. Os papagaios têm como característica um bico curvo e penas de várias cores, variando muito entre as diferentes espécies. Alguns papagaios são capazes de imitar sons e, inclusive, a fala humana. A família Psittacidae inclui também as araras,piriquitos, maracanãs, jandaias, piriquitões e apuins.

E lá vem o Peripécio...

Seu nome era Peripécio de Arruda. Não, não estou falando de um homem bem aprumado, alto, de boa índole, nem de um sábio de outras bandas, tampouco se trata de um novo santo canonizado.
Peripécio era como seu dono o chamava desde filhotinho, chegou em sua casa com uma penugem clarinha, tinha um papo enorme, era pequeno, e muito esperto.
(mais detalhes sobre a vinda do Peripécio???) (falar sobre cuidados com animais, etc, etc?) sobre extinção?)
Do seu bico ainda não saia nenhum curupaco, tudo que aprendeu a falar foi seu dono quem lhe ensinou. Comer direitinho, andar pra lá e pra cá no seu puleiro, pedir água, comida, café, engraçado como os humanos adoram que os papagaios peçam café, como se no meio do mato existisse café fresquinho na hora e com aquele cheirinho. ( pular essa parte?)

( a base da história é essa falta "destrinxarchar?" rsrs : Peripécio pegou uma mania irritante, não conseguia mais falar, sem gritar, e seus amigos foram se afastando, até seu dono, só chegava perto pra te dar comida, ele não sabia oq tava acontecendo até q conheceu uma papagaia mais chata, q falava mais alto q ele, ai entendeu pq falar tão alto irritava tanto... )

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Foi assim...

Procurou permanecer calada, sem se mexer muito, as vezes um sinal positivo com a cabeça, um esboço de um sorrisinho no canto da boca, sem deixar transparecer nada do q havia pensado sobre ele. Era primeira vez q sentia-se radiante perto de alguém.
Segundo oq lhe disseram, não era de confiança, um forasteiro, pirata, abutre, mal carater, que apareceu por aquelas bandas, as mulheres erguiam as sombrancelhas ao passar por perto, esnobavam gesticulando com a cabeça, outras abaixavam as saias, escondendo mais ainda os joelhos, ela sempre imitava as atitudes de todas mulheres, mas por dentro o coração flamejava.
Falaram pra que mudasse o caminho, evitar passar por perto de onde ele ficava, ali onde sempre, tomava cachaça, cuspia no chão, sua barba cerrada, demonstrava um certo desleixo, seus olhos de capitão do mar, instigante, talvez nem tanto os olhos, mas o seu complexo olhar, misterioso, dúbio.
Uns diziam q era um cacheiro viajante, outros diziam que era só um vaqueiro de outras terras, ouviu-se dizer que veio visitar alguns parentes por ali, mas quais parentes em uma cidade tão pequena onde todos se conheciam? ninguém sabia dizer.
Ela sempre voltava para aquela imagem, das mãos amarrando a botina, com os pés mal educados em cima da cadeira de lata do bar. (...)